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Você sabe como dizer NÃO ASSERTIVO?

Aprenda a dizer não sem se sentir culpado?

De Vera Martins

Quando você diz não para alguém você se sente culpado?

Já sei, a resposta é: depende da pessoa.

Se for uma pessoa que mal conheço e não tenho ligação nenhuma, não tenho nenhuma dificuldade. Mas se for alguém que tenho ligação afetiva ou profissional, aí fica difícil dizer um não.

E quando digo, fico me justificando, mostrando ao outro que não sou responsável pelo não, pois a situação me obriga a dizer o não.

Agora, se estou com raiva do outro e me sinto lesada aí o não sai facilmente porém impulsionado pela emoção da raiva e não administrado pela sua vontade. Mais tarde, pode vir o arrependimento e você voltar atrás no seu não.

Na verdade, aprendemos desde pequeno, que a palavra não é uma comunicação violenta que agride as pessoas. E não deixa de ser verdade, pois a palavra NÃO é uma negativa ao outro e que implica na frustração de alguém.

O segredo de dizer um Não para alguém, é entender que o não é para a situação/ coisa e não é uma negativa ao ser humano que é o outro, ou seja:

Diante de um problema que exige o seu Não, você pode e deve ser duro com o problema em si e delicado/educado com a pessoa. Até para dizer algo que você não está gostando e quer dizer o não, você pode dizer calmamente e com educação, porém com firmeza e auto- confiança naquilo que você pensa e sente.

O segredo está em Separar a pessoa do problema, ao dizer o não: “uma coisa é não querer sair hoje com você, outra coisa é, eu não gostar de você.”

Negocie o não: Se o seu NÃO vai atender só o seu problema e vai prejudicar o outro, negocie com ele o seu Não.

 O importante é ser verdadeiro com você mesmo. Não fique se enganando! Não gere conflitos internos desnecessários que o levem a se sentir mal e desconfortável!

Seja bem resolvido, e diga NÃO quando for a melhor resposta que você tem para dar!
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Quadrado Aristotélico: credibilidade

CREDIBILIDADE

O QUE VOCÊ É? VERDADE, MENTIRA, SEGREDO OU FALSIDADE

  O quadrado aristotélico pode nos mostrar as posturas e conseqüências da interação humana, por meio da combinação das variáveis SER e PARECER e NÃO SER e NÃO PARECER.

Vamos considerar que SER refere-se aos conhecimentos, às habilidades e atitudes pertinentes ao contexto da interação entre duas pessoas. Por exemplo, se você está em uma entrevista de emprego, é pertinente vestir-se com roupa formal e falar sobre suas competências. Mas se você está na praia agindo da mesma forma, seu comportamento será visto como não pertinente.

Vamos considerar que PARECER refere-se à interpretação do SER na percepção do outro.

Quanto mais o SER e PARECER estiverem sintonizados e pertinentes ao objetivo do ato comunicacional, tanto maior será a credibilidade do emissor da mensagem.

O quadrado aristotélico sugere quatro combinações possíveis das variáveis, com resultados positivos ou negativos nas relações interpessoais.

Ser e não parecer: você é um segredo

 Muitos profissionais vivem anos a fio trabalhando em empresas, ocultos em suas atividades, sem transformar seu real potencial em competências, seu conhecimento tácito em conhecimento explícito. Não se destacam e não fazem diferença no meio ambiente, limitando seu crescimento pessoal, profissional e, inclusive, financeiro. Guardam seu conhecimento como um SEGREDO, talvez por falta de confiança em si ou, quem sabe, por não conhecerem o próprio potencial.

Mas pode ocorrer o contrário, o profissional NÃO SER realmente competente e vender-se melhor do que é. Vejamos o que acontece.

Parecer e não ser: você é uma mentira

O resultado é a MENTIRA. Relações interpessoais estabelecidas de acordo com essa combinação não conseguem sobreviver por muito tempo. São relações breves que vão se deteriorando pela frustração e expectativas não atendidas. Profissionais conseguem emprego, porém “vendendo” um currículo melhor do que realmente são. Seu interlocutor vai se decepcionando, pois não consegue ver os resultados de seu trabalho. O processo de comunicação torna-se difícil e conflitante. O término da relação é inevitável, chegando-se à seguinte conclusão – “Ele parecia competente e no entanto mostrou-se diferente do que aparentou inicialmente. Foi uma grande mentira”.

 Não parecer e não ser: você é uma falsidade

Existem aquelas pessoas que NÃO PARECEM e NÃO SÃO competentes.

Enquanto a mentira engana por algum tempo, a FALSIDADE, resultado dessa combinação, é denunciada imediatamente.

Na relação NÃO PARECER e NÃO SER, o bloqueio da comunicação aparece logo nos primeiros contatos, impedindo a continuidade de um relacionamento duradouro.

Se analisarmos o mercado de trabalho atual, podemos constatar uma incidência de desempregados que se enquadram nesta combinação. Os novos tempos de um mercado globalizado exigem novas competências dos profissionais e aqueles que não percebem a necessidade de mudar e não reagem na mesma velocidade das mudanças, se perdem pelo caminho, despreparados e incompetentes para as novas demandas organizacionais. Perdendo sua credibilidade, não convencem e nem persuadem os empregadores, e o destino certo é a exclusão.

Por último, existem as pessoas que se enquadram na melhor combinação.

SER E PARECER: VOCÊ É UMA VERDADE

É a combinação que resulta na VERDADE. É a mais convincente, pois não só o emissor da mensagem acredita e sabe de suas próprias competências como também é percebido como tal, aos olhos do outro. Sua credibilidade é baseada no SER.

O QUE VOCÊ GANHA EM SER ASSERTIVO

 A comunicação assertiva é o estilo que possibilita SER e PARECER, pois suas características estimulam uma comunicação transparente, honesta, objetiva e de mão dupla.

A pessoa que adota a comunicação assertiva consegue estabelecer as duas direções que flexibilizam e dão equilíbrio à sua relação com o outro: Influenciar e Ser influenciado.

A assertividade possibilita a um profissional ser mais competente, à medida que ele se torna uma pessoa segura e confiante em seu potencial, clara e concisa em suas relações, e:

  • desenvolve relações interpessoais maduras, baseadas no auto-respeito e no respeito aos outros colegas;
  • coloca limites às pessoas agressivas que tentam invadir seu espaço;
  • estimula as pessoas passivas, que se sentem inseguras ao se posicionar;
  • analisa e resolve o problema, sem necessidade de buscar culpados;
  • expressa seus sentimentos e opiniões de concordância e discordância com tranqüilidade;
  • tem a humildade de pedir ajuda;
  • exerce com tranqüilidade a autoridade;
  • defende-se contra os excessos de poder;
  • controla seus medos e aprende a integrar-se ao grupo, sem se deixar manipular ou dominar pelo conformismo da maioria, conservando a riqueza da sua própria individualidade.

No aspecto pessoal, a assertividade traz bem-estar, uma vez que a pessoa tem o controle de sua própria vida, sem necessidade da aprovação de outras pessoas sobre suas escolhas.

Na vida familiar a assertividade ajuda na educação dos filhos, no relacionamento conjugal e afetivo. Portanto, é um fator determinante ao nosso bem-estar, pois, através da afirmação do nosso eu, adquirimos uma auto-estima positiva e ficamos mais seguros para enfrentar os desafios do cotidiano.

Podemos concluir, com segurança, que a comunicação assertiva é realmente uma ferramenta eficaz para promover a qualidade de sua vida pessoal e profissional, dando-lhe credibilidade nos diversos papéis que desempenha, seja no ambiente profissional, familiar ou social.

A assertividade pode, também, contribuir para as relações comerciais, dando um novo rumo ao capitalismo vigente, pois a comunicação assertiva exige dos interlocutores a transparência em sua comunicação e o respeito mútuo.

O comportamento assertivo torna a pessoa capaz de agir a favor de seus próprios interesses, de se afirmar sem ansiedade, de expressar sentimentos sinceros sem constrangimento, ou seja, de exercitar seus próprios direitos, incluindo os direitos do outro. Assertividade é o pano de fundo do diálogo.

Este é um grande desafio para a sobrevivência profissional das pessoas, pois quem é assertivo tem mais credibilidade e é mais respeitado, com chances maiores de sucesso profissional. Mesmo correndo o risco de desagradar pessoas não assertivas, acredito valer a pena apostar nessa alternativa.

Vera Martins, autora dos livros Seja Assertivo!, Tenha Calma! e O Emocional Inteligente, ceo da Assertiva Educação Corporativa. www.assertiva.com.br

veramartins@assertiva.com.br

 

Apressado, bom! Ansioso, não!

Você é apressado quando está em atividade? Executa as tarefas com rapidez, precisão e qualidade? Ao mesmo tempo sente um sossego emocional? Desenvolve um relacionamento sadio com as pessoas que te rodeiam e mais, vive o momento presente em todos os seus papéis?

Se você respondeu SIM,  parabéns!!! Você é uma pessoa com energia e resiliência. Você sabe viver bem, administra bem seu tempo e sua vida tem sentido.

Mas se as demandas pessoais e profissionais estiverem atropelando sua vida e lhe causando estresse em demasia a tal ponto de você sentir que pode perder o controle de sua vida, é provável que tenha adquirido a síndrome da pressa. Você é visto como uma pessoa agitada, dinâmica e faz dez coisas ao mesmo tempo. Vive acelerada!!!

A síndrome da pressa não é doença e nem transtorno emocional e mental. É simplesmente um distúrbio comportamental , mas que pode causar sim dois transtornos:

  • a ansiedade generalizada que causa a sensação na pessoa apressada que não terá tempo suficiente para fazer tudo que precisa ser feito, ou seja, o tempo corre demais e vinte quatro horas não são suficientes para dar conta do seu dia a dia.
  • a hiperatividade que causa uma agitação cerebral e a pessoa fica perdida, desbaratinada, provocando a perda do foco e realmente assim, com o passar do tempo, não consegue desenvolver e terminar as múltiplas tarefas que se apresentam no seu dia a dia alimentando a sua ansiedade.

Como você se autodiagnostica? Preste atenção nos seus relacionamentos pessoais e profissionais pois a síndrome da pressa impacta diretamente no seu comportamento social abrangendo sua comunicação e equilíbrio emocional e, principalmente na sua saúde, é claro.

Vamos conferir!

A sua comunicação:

  • Sua escuta ativa, ingrediente primordial para dialogar, compreender pessoas, negociar, administrar conflitos, alinhar expectativas, trocar feedbacks, fica bem comprometida. Você quer evidências? Ao se comunicar, você interrompe e atropela a fala do outro, você seleciona o que quer ouvir, não suporta longas histórias, acredita que perde muito tempo ouvindo coisas que não agregam valor, desvaloriza os sentimentos do outro, não presta atenção às dicas que o ambiente lhe dá sobre o humor das pessoas para melhor conectá-las.
  • Sua expressão verbal e não verbal pode se tornar agressiva, pois na pressa, a impaciência estimula uma linguagem que critica, julga, desaprova e desqualifica o comportamento do outro quando não , apela para a manipulação afim de acelerar as respostas do seu interlocutor. Quer evidências? Você fala rápido e frase curtas, usa mais os verbos no imperativo, dando ordem às pessoas, constrói sua fala com expressões que atacam o outro, normalmente as pessoas ficam agitadas perto de você, as pessoas ficam se desculpando quando não atendem suas expectativas.
  • Você não diz NÃO quando necessário, e normalmente você não tem limites para trabalhar, e nem respeita os limites do seu corpo, chegando à exaustão.

O seu equilíbrio emocional:

As seis dimensões do seu estilo emocional (segundo Richard Davidson – obra O Estilo Emocional do Cérebro) podem sofrer com sua síndrome da pressa:

  1. Resiliência – para aguentar as demandas com energia, seu comportamento agressivo exige demais de você e dos outros. Assim você perde no seu fortalecimento e recursos internos para enfrentamentos das situações difíceis, além de ter que lutar para obter o comprometimento das pessoas.
  1. Sensibilidade ao contexto – na pressa para atingir os resultados, você pode não perceber o que se passa ao seu redor, o contexto em que sua demanda está inserida, podendo atropelar os interesses dos que te rodeiam, gerando estresse e mais obstáculos. Evidente que sua resiliência é atingida, aumenta a irritação
  1. Intuição social – sua pressa pode alterar sua percepção das reações emocionais das pessoas, dada sua atenção estar focada somente na urgência da tarefa
  1. Atitude positiva – A impaciência e irritação com as pessoas “lentas” podem torna-lo negativo, não lhe permitindo sentir por um tempo mais longo bem -estar e emoções positivas.
  1. Atenção – Sua hiperatividade gerada pela pressa constante pode prejudicar sua concentração e foco. E sem atenção, as demais dimensões para seu equilíbrio emocional ficam prejudicadas.
  1. Percepção corporal – Quando você resolve ouvir o seu corpo, percebe que sua pressão subiu. Uau!

ALGUMAS DICAS

Se você ainda não desenvolveu transtornos de ansiedade generalizada e nem hiperatividade, é tempo de você mesmo, acalmar sua pressa sem perder rapidez e prazos:

  1. Mude seu olhar para o tempo, pois a síndrome da pressa se desenvolve quando assumimos muitas responsabilidades e acreditamos que o tempo não será suficiente.
  2. Viva o presente e perceba os detalhes do momento presente
  3. Dê a você o direito de não fazer nada, pelo menos por meia hora do dia
  4. Mude sua rotina. Ao organizar sua agenda, coloque em suas prioridades as atividades de distração da mente, tais como: passeios com a família, exercícios de relaxamento e aquilo que lhe der conforto. Quando você focar no trabalho, sua produtividade certamente aumentará e sua paciência também.
  5. Não use sua memória executiva desnecessariamente, faça uma lista das suas pendências e tarefas a fazer e ocupe seu pré-frontal com uma coisa de cada vez. Você vai perceber que dá tempo para fazer tudo.
  6. Divida grandes objetivos em pequenas metas e a cada atingimento de uma meta, comemore e se presenteie com algo que lhe causa prazer. Isso diminui a ansiedade e estimula o circuito da recompensa e motivação com a ativação da dopamina, motivando-o a agir e cumprir as outras metas até chegar no objetivo final, com prazer e paixão.
  7. Para não se irritar com as pessoas, seja assertivo, tenha clareza em sua comunicação, escute as necessidades do outro e finalmente tenha critérios objetivos nas suas negociações de prazos e prioridades.
  8. Relaxe e confie mais nas pessoas que interagem com você.

Desejo-lhe sossego emocional e uma vida tranquila.

Vera Martins

 

Pare de ser reativo, seja proativo!

QUALIDADE DE VIDA E POSTURA FRENTE A VIDA

Quando falamos em qualidade de vida no trabalho, pensamos naquela sensação de prazer, conforto e bem estar quando:

  • Sentimos que valeu a pena o esforço ao sermos reconhecidos por um trabalho bem feito;
  • Levantamos de manhã motivados para chegar logo no trabalho e colocar nossas ideias em prática;
  • Nos sentimos importantes, ouvidos e levados à sério em nossas opiniões porque estamos contribuindo com o melhor de nós aos resultados da empresa;
  • Somos desafiados por metas que nos tiram da zona de conforto e exigem nosso esforço, nossa determinação para vencermos os obstáculos, nossa criatividade para sermos diferentes na solução dos problemas;
  • Somos respeitados pelo nosso gestor e colegas, e
  • Percebemos que as políticas da empresa são justas, cuidando de uma relação capital-trabalho de forma igualitária e que existe uma reciprocidade entre o que entrego e o que recebo nas relações de trabalho.

Podemos concluir que um profissional tem qualidade de vida no trabalho quando se sente feliz e satisfeito com a carreira escolhida, com as interações sociais estabelecidas no trabalho e relação justa entre suas entregas de resultados e reconhecimento da empresa, expectativas essas que variam entre os profissionais pois dependem dos desejos e necessidades de cada ser humano.

Porém, qualidade de vida no trabalho depende de outras dimensões da vida de um ser humano: do cuidado com sua saúde física, de uma relação saudável com sua família, do equilíbrio entre o dinheiro que entra e contas a pagar incluindo alimentação, diversão e saúde.

Porém, um fator determinante é a forma como vemos o mundo, ou seja, nossos valores, crenças e pensamentos determinarão nossas ações de fracasso ou sucesso em todas as áreas da nossa vida.

Segundo Dr Martin Seligman – no livro “Felicidade Autêntica”:

  • Otimista é aquele que acredita na possibilidade de sucesso, mesmo na ausência de provas concretas
  • Pessimista é aquele que não acredita na possibilidade de sucesso, mesmo na presença de provas concretas.

Como vê, sua alegria de viver e sua qualidade de vida depende mais de você do que de fatores externos.

Assim, crie uma visão de futuro positiva e viva essa visão no presente, para construir um amanhã feliz.

Pare de ser reativo e seja proativo!

A pessoa reativa deixa circunstâncias ou o ambiente mostrarem a ela como responder. O reativo é um coadjuvante, pessimista, não encara a vida de frente, busca culpado e usa a vitimização como desculpa para seus fracassos e infortúnios. Normalmente se expressa assim: “Não há nada que eu possa fazer, a vida é assim”; “Sou obrigado a fazer esse trabalho, pois não tenho outra opção a não ser obedecer”; “ As coisas estão cada vez piores”.

O proativo é um protagonista que constrói sua própria história, olhando a vida de frente e buscando soluções aos obstáculos que se apresentam. Quando tem um fracasso, prefere tirar aprendizados do erro e mudar seu comportamento para ser uma pessoa melhor. Normalmente se expressa assim: “Vamos procurar outras opções”; “Eu escolho, eu prefiro”; “O que vamos fazer para mudar o rumo da crise?” ; “Posso controlar meus sentimentos” .

Qual é a sua visão de futuro?

Daqui para frente o que você fará para ser uma pessoa mais feliz, mais bem-resolvida, com melhor qualidade de vida?

Qualidade de vida é ser otimista e pensar que a vida vale a pena ser vivida, tem um propósito e sentido.

Desejamos que sua vida profissional seja marcada por muitos gols, sucesso também refletido na sua vida pessoal.

 

 

Você tem Assertividade Emocional?

Avalie aqui se você realmente é assertivo com suas emoções.

Você tem assertividade emocional? Mas, o que é?

 Assertividade emocional desenvolve um emocional inteligente.

Quem tem um emocional inteligente é porque sabe usar a razão para equilibrar as emoções.

Quem sabe usar a razão para equilibrar suas emoções é porque tem assertividade emocional.

Assertividade Emocional:

  • É escutar o que se passa dentro de você, é ficar atento ao que você sente, o que acontece ao seu redor, quais são as reações corporais que dizem que emoção está lhe movimentando e captando as energias do seu cérebro. Sim, é escuta ativa , aquela escuta que, sem defesas e preconceitos, foca toda a atenção para suas reações físicas e emocionais.
  • É entender a razão dos seus sentimentos e seus significados.
  • É analisar o conteúdo emocional e, isento de enganações, avaliar os custos e benefícios das decisões e pensamentos advindos das emoções sentidas e que levarão a um resultado final
  • É expressar suas emoções demonstrando autocontrole e maturidade, ou seja, de forma clara, objetiva, verdadeira, respeitosa e sem rodeios diz o que Sente.

Sem TítuloEm resumo…

Assertividade emocional é escutar, entender, analisar  e expressar suas emoções,  demonstrando autocontrole e maturidade. 

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Você tem o pensamento acelerado?

Sindrome Pensamento Acelerado

Gente, em alguns momentos essa síndrome me pega. Quando assumo mais compromissos do que meu tempo disponível, meus pensamentos parecem um turbilhão. Normalmente, nessas situações, vou caminhar pelo bairro e converso com diversas pessoas conhecidas. Assim distraio minha mente e volto com a mente mais tranquila e pronta para organizar minha agenda. Faço minha lista, divido grandes projetos em etapas, começo a executar as menores tarefas para meu cérebro se sentir satisfeito e recompensado com o término mais rápido e minha energia produtiva cresce cada vez mais. Tem dado certo. Mas leia a matéria da revista “Meu cérebro”.

Compartilhe as técnicas que você tem utilizado para driblar seu pensamento acelerado.

Um abraço

Vera Martins – veramartins@assertiva.com.br

Persuasão – Manipular ou Persuadir

Quero compartilhar com você minha preocupação com o que tenho visto e assistido pela internet.

Eu não sei se você concorda comigo, aliás, gostaria de ouvir seus comentários. Mas tenho acompanhado pelas mídias sociais, comunicadores que seguem um roteiro manipulador para vender suas ideias, palestras e cursos, online e presenciais. Claro que ninguém é obrigado a comprar, compra se quiser. Mas quem compra? Pessoas ingênuas? fragilizadas e carentes? buscando alguém ou algo que realmente as ajudem a resolver seus hábitos e crenças limitantes que estão impedindo-as de atingir seus objetivos?

Quero falar com você sobre o verdadeiro diálogo, aquele que os dois lados praticam a verdadeira escuta ativa!

Não para conhecer seus valores e crenças e assim poder manipular suas necessidades, utilizando uma argumentação emocional para seduzi-lo e levar você a decidir por impulso e inconscientemente e por uma pseudo necessidade.

Diálogo verdadeiro estimula seu senso crítico e respeita sua decisão, com fatos e dados que levem você a pensar e agir de forma consciente. É baseado na cooperação e os dois lados ganham igualmente e se sentem vitoriosos.

Diálogo envolve a voz do coração para expressar suas emoções e ouvir um ao outro de verdade, com genuíno interesse pelo outro.Vejo muita coisa boa, profissionais altamente competentes vendendo seu trabalho de forma respeitosa, envolvendo, encantando, dando fatos e dados, com sinceridade.

Mas, infelizmente, vejo ultimamente muitos comunicadores que se baseiam no falso interesse, na falsa empatia, em prol dos próprios interesses. Prometem o paraíso, a solução de todos os males, oferecem bônus e bônus para manipular em você o sentimento da reciprocidade. É a compra por impulsividade, acuando psicologicamente as pessoas e estimulando exatamente as suas vulnerabilidades, aquelas que prometem resolver.

Alguns até pecam pela falta de profundidade de conhecimento daquilo que falam e ficam martelando em nosso cérebro a mesma mensagem.

Robert Cialdini, autor do livro “O Poder da Persuasão” deu uma excelente contribuição na arte de persuadir pessoas. Ele mostra os seis princípios da persuasão. “São princípios básicos, que você poderá usar em todos os momentos da sua vida – no trabalho, na família e até mesmo com os seus filhos”, afirma.

Porém, lamentavelmente, os seis princípios têm sido usados também para manipular e não para persuadir eticamente, com o consentimento consciente do outro.

Vamos conhecer os seis princípios

Persuasão em seis princípios
Robert Cialdini (Portal HSM On-line)
Fórum Mundial de Negociação 2006
Os maiores mestres da arte em negociação estiveram reunidos, nesta terça (22) e quarta (23), num único evento promovido pela HSM. Eles apresentaram as mais poderosas técnicas, estratégias e ferramentas de negociação que farão a diferença no seu dia-a-dia. A cobertura foi do Portal HSM On-line.
Robert Cialdini – Ph.D pela University of North Carolina e autor dos best-sellers Influence: Science & Practice -recentemente citado pela revista Fortune como um dos livros mais inteligentes (The Smartest Books We Know)- eInfluence: the Psychology of Persuasion, o psicólogo Robert Cialdini abriu o Fórum Mundial de Negociação 2006 com a palestra O Poder da Persuasão.
Persuasão em seis princípios
“A tarefa da persuasão, do convencimento, é fazer gostar das pessoas em primeiro lugar”, sintetizou Robert Cialdini, Ph.D em Psicologia pela University of North Carolina e autor dos best-sellers Influence: Science & Practice e Influence: the Psychology of Persuasion, ao finalizar a palestra O Poder da Persuasão, na abertura do Fórum Mundial de Negociação 2006, evento organizado pela HSM.

Em sua apresentação, o palestrante desenvolveu em detalhes os 6 princípios da influência. “São princípios tão básicos da natureza humana, tão centrais da era moderna, que você poderá usá-lo em todos os momentos da sua vida, no trabalho, na família e até mesmo com os seus filhos”, brincou, arrancando risos da atenta platéia.

Antes de apresentá-los, no entanto, Robert Cialdini distinguiu os dois tipos de negociadores que costumam recorrer aos seis princípios da influência: o enganador ou fraudador e o detetive. Segundo o psicólogo, o enganador de influência é aquele que acaba enrolando-se porque ele não sabe quem ele é ou não sabe o momento certo de utilizar os princípios e acaba se perdendo. “Ele ganha e você perde. As conseqüências: ele perde a longo prazo. Não é ético, não leva a um compromisso a longo prazo no qual se baseia a confiança”, insistiu.

Já o detetive é aquele negociador que sabe identificar um momento de poder de persuasão recorrendo aos princípios da influência. “Vocês recebem o momento de poder logo depois que alguém lhe diz ‘muito obrigado’. O que você neste momento faz para aumentar sua influência?”, instigou. O importante é deixar claro com quem se está negociando que, antes de tudo, são parceiros.

1) Reciprocidade – Segundo o palestrante, é o princípio mais universal, em todas as culturas, para todos os comportamentos. As pessoas que ganharam alguma coisa sempre se mostram dispostas a retribuir. Por essa regra, o parceiro sempre vai querer ajudar em qualquer circunstância.

Desta forma, Robert Cialdini recomenda que, ao se entrar em uma negociação, esteja sempre disposto a fazer uma concessão. “No momento depois de um não, vocês têm o poder naquele momento. Mas não sabemos o que fazer com este não e, por isso, acabam indo embora. Isto é um erro. Após um não, é um momento de fazer uma concessão. Este é o princípio da reciprocidade”, explicou.

2) Escassez – Já por este princípio, em um contexto de escassez, as pessoas querem aquilo que não podem ter. Nesta situação, decorrem duas implicações ao negociador: é importante diferenciar o seu produto, o seu serviço dos demais, mostrar que o seu produto é único, diferenciá-los daqueles já existentes; e quando for apresentar estes recursos únicos não basta descrever o que as pessoas ganharão se optarem por seu produto. “Tem de mostrar também o que elas vão perder (se não optarem por seu produto). As pessoas estão mais ligadas naquilo que vão perder do que no que vão ganhar”, ressaltou.

“Dependendo da dimensão psicológica, a idéia de perda prevalece sobre a idéia de ganho. Mostre aos seus clientes o que eles perderão se não tomarem o rumo que você está indicando. Perderemos a nossa chance de influenciá-los se não contarmos a eles o que vão perder”, completou.

3) Autoridade – Segundo Robert Cialdini, as pessoas querem seguir, se orientar, através de autoridades de determinadas áreas. Por exemplo: quando se quer ir a um restaurante, as pessoas procuram ouvir um especialista. “Mas elas não podem saber estes dados sobre nós se não mostramos a ela, que você tem tal conhecimento”, explicou.
Mas conhecimento é apenas um dos aspectos. Para se chegar ao grau máximo de convencimento, é necessário transmitir confiabilidade. “Se aliar estes dois fatores, ninguém vai conseguir vencê-lo. Você trabalha com pessoas e se vocês forem comunicadores dignos de crédito, essa confiança vai crescer”, ressaltou, para logo em seguida instigar a platéia: “E se não houver tempo?”.

Eis a resposta, segundo o palestrante: a estratégia é, antes de apresentar o argumento mais forte a favor do seu produto ou serviço, mencionar um ponto fraco ou uma desvantagem; e só depois apontar o ponto mais forte. “Neste momento, claramente você se mostra conhecedor e digno de crédito. Conhecedor porque conhece todos os aspectos da sua área de atuação e digno de confiança porque mostrou antes o seu ponto fraco. Estou dizendo que você tem um momento de poder de admitir um ponto fraco. Agora todos os ouvidos estão atentos para o que você tem a dizer para o seu ponto mais forte. Seu ponto fraco tem de vir antes da palavra ‘mas'”, ilustrou.

4) Consistência – Conforme o palestrante, uma fórmula para aumentar a probabilidade de dizer sim a um pedido seu é fazer a outra pessoa dar o primeiro passo, o que se denomina compromisso, por menor que este seja. E compromissos duradouros são ativos, públicos e voluntários.

“Tenha por hábito anotar os compromissos feitos. As pessoas cumprem aquilo que anotam, por isso são compromissos ativos. Além disso, as pessoas querem permanecer fiéis ao comportamento que adotaram de maneira pública. E as escolhas são voluntárias, uma opção da pessoa. São coisas pequenas, mas que têm impacto em uma negociação”, explicou.

5) Consenso – Este princípio, o quinto, incentiva a liberar o poder das pessoas, mostrando as reações das outras pessoas, os sucessos passados de outros e depoimentos de pessoas semelhantes. “É olhar ao redor e ver o que os outros estão fazendo ou fizeram. Seguimos lideranças quando são muitos e quando são comparáveis. Vou dar um exemplo: seus clientes estão tentando decidir o que fazer em uma determinada situação. Se você tem a informação necessária para ajudá-lo a tomar uma decisão, você precisa compartilhá-la, pois senão estará jogando fora uma oportunidade”, explicou.
“Quando as pessoas estão em dúvida, elas procuram as respostas com outras pessoas”, explica. Para explicar este princípio, ele ofereceu mais um exemplo real, ocorrido em um desses programas de TV que vendem de tudo, chamados de infomerciais. Todos os dias, a apresentadora dizia: “Ligue agora, as telefonistas estão esperando.” Pois ela resolveu testar outra frase: “Se os nossos operadores estiverem ocupados, ligue novamente, continue tentando.” Sem mentir, com a segunda frase, a apresentadora induziu que todos estavam querendo o determinado produto. Com a primeira, mostrava que ninguém queria o produto.

6) Afinidade – Para finalizar, Robert Cialdini abordou o sexto princípio: o da afinidade. Segundo o palestrante, as pessoas “gostam de gente como a gente, gostam de gente que gosta de nós, e que gostam de gente que colaboram para um propósito comum. Enfim, as pessoas preferem dizer sim àqueles que eles conhecem e gostam”.

Por isso, antes de uma negociação, é importante descobrir uma afinidade, descobrir se partilharam de experiências semelhantes. “Não há motivo para seguir sua recomendação se você gosta de mim, mas se você gosta do seu cliente vem a confiança. Eu posso dizer: eu posso confiar em você. A sua tarefa, como um negociador-detetive, é gostar das pessoas em primeiro lugar”, finalizou.

Com as dicas de Robert Cialdini, você pode otimizar as suas chances de sucesso naquela venda complicada para um cliente, na negociação com o chefe ou mesmo no convívio diário com os seus familiares. Por isso, comece a colocar as dicas em prática agora mesmo!

Lembre-se, seja ético!!!

ASSERTIVA PROTAGONIZANDO A EDUCAÇÃO – SÉCULO XXI

PROTAGONIZANDO A EDUCAÇÃO

Os 4 pilares da educação propostos para o século XXI

Conforme o programa das Nações Unidas o desenvolvimento é a inspiração para a educação do século XXI, sustentando-se em 4 pilares do aprendizado.

A ideia é olhar a educação como um processo contínuo que não se limita somente ao desenvolvimento cognitivo e sim abrangendo os quatro níveis do aprendizado:

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Educação é algo que nunca chega ao fim. Enquanto nosso cérebro executar novas conexões neurais, estamos aprendendo. Por isso, acreditamos no desenvolvimento das pessoas. E queremos fazer a diferença na vida desses profissionais e das empresas clientes.

Nossa missão é transformar o profissional que habita em cada ser humano em um protagonista do seu próprio desenvolvimento, com atitudes assertivas e ações de transformação individual e coletiva, condição necessária para desenvolver profissionais maduros, conscientes e potentes na condução de times de trabalho de alto desempenho.

Nós, da Assertiva, estamos muito sintonizados nas demandas atuais da educação das pessoas, no mundo corporativo. E nossa atenção está focada nos quarto pilares da educação para o século XXI:

  • Aprender a conhecer: é a motivação na busca dos conhecimento.
  • Aprender a fazer: Adquirir habilidades através da vivencia e da prática dos conhecimentos adquiridos.
  • Aprender a conviver: É o respeito ao próximo, a convivência com a diversidade e a cooperação entre as pessoas, através do diálogo ético e respeitoso. Este nível do aprendizado fortalece a EMPATIA e a construção de laços afetivos, tão importantes para a maturidade emocional
do ser humano.
  • Aprender a ser: É a compreensão de si mesmo, através do diálogo interior, honesto e verdadeiro. É o ápice do autoconhecimento, da autorregulação, ou seja, a pessoa a tinge uma maturidade emocional e mental de tal forma que consegue desenvolver a si e influenciar no desenvolvimento do outro.

O nosso objetivo final é levar nosso cliente ao nível de SER, e com uma postura protagonista, o cliente é o seu próprio agente de transformação.

Assim, O modelo pedagógico utilizado pela Assertiva é o do CICLO VITAL DE APRENDIZAGEM de David A Kolb que passa por 4 estágios, sem ponto final.

ciclo

O modelo mostra que através de uma EXPERIÊNCIA VIVENCIAL ou fazendo algo (fase 1) pode-se chegar a uma etapa de OBSERVAÇÃO E REFLEXÃO (fase II). Esa atitude de refletir sobre o já vivido, por sua vez, permitirá a elaboração, abstração e GENERALIZAÇÃO (fase III, conceitos estes que poderão ser testados através de uma EXPERIMENTAÇÃO (fase IV).

O circuito não se encerra no 4o. Estágio. Pelo contrário é através da EXPERIMENTAÇÃO do teste dos conceitos adquiridos que pode se iniciar uma nova experiência vivencial.

 

 

Você é um Líder Consciente?

TRANSFORME SUA EMPRESA! DESENVOLVA LÍDERES CONSCIENTES!

Um Líder Consciente faz bem a todos: à organização, ao time e a ele mesmo!!!

O Líder Consciente possui um propósito maior de vida que o torna um engajador de pessoas. É coerente e age baseado em seus valores e crenças, enxergando o outro na sua totalidade. Possui visão clara do contexto e os impactos das interfaces entre homem x meio ambiente x resultados organizacionais.

O Líder Consciente é um grande transformador, um agente de mudanças. Ele não está preocupado com sua imagem e seus interesses pessoais, e sim focado em um propósito maior com impactos significativos, alinhando o seu propósito ao propósito da organização.

Seu autoconhecimento é tão bem desenvolvido que conhece claramente seus atributos e as fragilidades a serem desenvolvidas. Sua humildade o ajuda tanto a potencializar suas fortalezas em prol do time e da organização, como a reconhecer suas fragilidades, promovendo o seu próprio desenvolvimento.

O Lider consciente é maduro nas relações, inspira pessoas, desenvolve relações construtivas e tem um pensamento assertivo, focado na solução do problema e atingimento de resultados.

O líder consciente é imparcial com os próprios pensamentos, no sentido de entender com clareza suas próprias escolhas e assim poder assumir responsabilidade por decisões e ações que venha ter.

O Líder Consciente expande sua mente em prol de um mundo melhor.

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